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Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
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08-11-2009, 18:25
(Modificado pela última vez: 09-11-2009 00:40 por Greatest Flygon.)
Post: #1
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Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Bem pessoal este é o tópico de fan-fics que eu estava sugerindo e vai servir para postarmos todas as fan-fics que quisermos, com as regras descritas no tópico "Fan-fics bem viajadas". Quem quiser participar, sinta-se à vontade!
A minha fan-fic conta a história de um treinador, seu Chimchar e dos outros Pokémons que ele tinha e seus amigos que lutam contra inimigos perigosos- os temíveis Kairyuchins, criaturas que se assemelham a salamandras, mas que ao invés de fogo, lançam bolas de energia que atacam uma criatura tanto física quanto mentalmente - que querem destruir os Pokémons e controlar os humanos. Os dois vão começar a se conhecer na sua jornada de um modo incomum, e vão descobrir que esse modo incomum de se conhecer pode se tornar uma arma poderosa para vencer essa guerra. Capítulo 1 - Os destinos se cruzam Os dias de solidão e infelicidade por seu lar destruído de Chimchar tinham acabado. Agora ele começou uma vida com sua nova família: com Tyson, seu treinador, e com seus amigos, Harry e Marina. Mas o modo que os destinos dos dois se cruzaram ainda assustava Chimchar. Perto das Montanhas Inférteis, Chimchar estava ferido depois de um bando de lagartos esquisitos ter destruído seu lar e matado sua família. O Pokémon macaco-de-fogo ainda assim sobreviveu ao ataque, mas estava sem forças para aguentar por muito tempo. O que ele não esperava é que o destino entrasse em jogo. Enquanto isso, um garoto de 12 anos, chamado Tyson, estava na Batalha da Fronteira de Sinnoh, e seus amigos, o primeiro com 13 anos e a segunda com 12 também, para visitar a Torre de Batalha. Quando souberam da presença das estranhas criaturas, que foram avistadas por várias pessoas, eles foram dar uma espiada. Quem sabe eu não encontro um Pokémon raríssimo, pensou Tyson. Com seus amigos Harry - que era forte, tinha uma aparência felina e era cheio de vitalidade - e Marina -que era da mesma cidade que Tyson, Petalburg; tinha cabelos castanhos e olhos verdes, e sempre foi amiga de Tyson pelo seu jeito suave e alegre de ser, o que encantava o garoto - ele fora investigar o que estava acontecendo. Quando descobriu Chimchar deitado no chão, entretanto, deixaram de lado suas buscas e levaram o Pokémon macaco-de-fogo para um Centro Pokémon. Aquilo fora há dois meses. Não se teve mais notícias das criaturas que atacaram Chimchar, mas ainda havia pessoas procurando-as. O Pokémon macaco-de-fogo decidira ir com Tyson e se unir a seus outros Pokémons: Buizel, Leafeon e Gligar, seu Pokémon inicial. Ele logo percebe o quanto gostava de Tyson e seus amigos humanos e Pokémons: eles continham laços de amizade tão fortes que era difícil eles brigarem, e ainda assim eles se entendiam bem depressa. Então Tyson falou: - Vocês acham que falta muito para chegar à Cidade Celestic? - Não acho que esteja distante, mas porque você quer chegar tanto àquela cidade antiga? - perguntou Harry. - Por um motivo simples: quero competir no próximo torneio de lá - respondeu Tyson - Quê? - admirou-se Marina - Mas para que você vai querer competir em um torneio? Você está colecionando insíginias, não fitas! - Eu sei disso. Mas como o ginásio de Canalave está distante, resolvi treinar Chimchar para um torneio. Isso o tornaria mais forte e confiante, diante de coordenadores. E é isso que quero. E quero que ele ganhe um pouco mais de agilidade, também. - Mas isso você poderia fazer treinando normalmente - disse Marina - porque você precisa de um torneio para fazer isso? Tyson percebeu porque Marina estava tão relutante em concordar com a ideia do garoto competir em um torneio: ela era uma coordenadora, e também queria a fita do torneio. Ela conseguira três até aquele momento, mas uma disputa com seu amigo de infância a deixava temerosa, principalmente porque ela era mais inexperiente do que Tyson. De fato, Tyson considerou a possibilidade de desistir do torneio, mas Chimchar ainda precisava de sua ajuda. E ele precisava da do Pokémon macaco-de-fogo. Harry propôs uma solução, murmurando-a para o amigo: - Deixe Marina competir sozinha, Tyson. Você terá várias oportunidades para treinar Chimchar. Além do mais, Marina é uma coordenadora e pode treinar com você a qualquer hora. Você não precisa das fitas. Ela sim. Tyson percebeu que não tinha escolha. Harry sempre parecia ter razão. Ele suspirou e disse: - OK, tudo bem. Olhe, Marina, se isso lhe fizer mais feliz, não competirei, está bem? Mas, por favor, vença este torneio. Não quero que você fique sem uma fita sequer. Quero que você vença o Grande Festival, também. Marina suspirou, aliviada, e disse: - Obrigada, Tyson. Não perderei este torneio, prometo. Tyson sorriu para a amiga, mas continuava a achar que Chimchar estava em perigo, desde que viu o estado em que ele ficou quando se encontraram. Pessoalmente, queria que Chimchar ficasse tão forte quanto seus outros Pokémons o mais rápido que os dois podiam, para enfrentar as criaturas que fizeram tal atrocidade, sejam elas Pokémons ou não. Por isso, queria enfrentar os mais fortes e se tornar ainda mais forte. Não confidenciara isso a nenhum dos dois amigos, mas percebeu que logo não aguentaria. Dead man walking... |
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08-11-2009, 18:32
Post: #2
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Gostei, estou muito curiosa. Continue a escrever
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08-11-2009, 21:15
Post: #3
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Da minha parte tens mais um incentivo para continuares esse belo trabalho, embora não seja um fan de pokemon reconheço que está aqui um bom trabalho. Força.
Jogar Nintendo!! |
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09-11-2009, 00:07
(Modificado pela última vez: 18-11-2009 01:07 por Greatest Flygon.)
Post: #4
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Obrigado, PinkMew e Fl4vio.
E, pessoal, como eu não havia previsto que o capítulo ia ficar substancialmente grande, a regra que falava do tamanho do texto foi esquecida. Estou elaborando o próximo capítulo, mas não se atenham: postem suas fan-fics, também! Capítulo 2 - Torneio de Celestic e o segredo dos Kairyuchins - Olhem! - disse Marina - A cidade de Celestic! Finalmente, o torneio e sua fita estão ao meu alcance! Os dois garotos se sentiam gratos por finalmente terem chegado à Cidade de Celestic, pois Marina iria competir novamente; era sempre muito bom ver a garota e seus Pokémons Rapidash, Bayleef, Prinplup e Glaceon competirem e mostrarem suas habilidades e uma elegância estonteante. Enquanto Tyson e Harry se esforçavam para vencer os líderes de ginásio de Sinnoh, no que Marina era uma torcida bastante agradável e estimulante, o mínimo que os garotos podiam fazer era estimulá-la da mesma maneira. Mas Tyson, apesar de alegre por poder voltar a ver sua melhor amiga voltar a competir, sentia em um dilema. Poderia contar agora mesmo aos amigos as suas suspeitas. Mas, por outro lado, não queria perturbar os amigos com isso. Por isso era tão relutante quando os amigos se ofereciam para ajudá-lo nos treinos. Então decidiu que não contaria alguma coisa a menos que as criaturas peculiares aparecessem novamente. Talvez elas tenham sido engolidas pelo inferno das montanhas e morrido, pensou ele. Harry foi na frente do grupo quando avistaram o estádio do torneio. Então parou subitamente e disse: - Marina, poderia entrar no estádio sem nós? Nos juntaremos a você mais tarde. Preciso falar com o Tyson. Marina franziu o cenho, mas não perguntou nada. Ela disse: - OK. Vejo vocês dois já, já! Tyson olhou para Harry, sem entender o motivo da conversa, mas Harry tratou de responder com uma pergunta: - Tyson, você está preocupado com aquelas criaturas esquisitas, não é? Bom, trate de nos contar tudo. Não vamos nos perturbar nem nada. Só não pedi para a Marina participar da conversa porque não quero que você receie que ela ficará perturbada com suas suspeitas. O amigo olhou para ele insistentemente. Então Tyson, apesar de surpreso por Harry saber de tudo isso, disse: - Não tenho nada me perturbando. Porque você pergunta? Eu estou... - Não precisa esconder, Tyson. Sei que você está preocupado com o Chimchar. Você o treina com o mesmo afinco que treina o Gligar e os outros, mas vive querendo que ele se torne mais forte ainda. Não é o seu estilo. Mas se não quiser me contar, ótimo, é a sua escolha. Só que eu ainda acho que você devia falar o que pensa. Ponha tudo para fora, cara. Tyson não conseguiu esconder sua surpresa por uma segunda vez. Era quase como se Harry tivesse adivinhado o que ele estava pensando. Percebeu que o amigo, mais uma vez, tinha razão. Mas ele fez uma súplica a Harry: - Por favor, não conte isso à Marina, Harry. Ela pode se preocupar comigo e perder seu foco no torneio. Pelo menos deixe o torneio acabar, tá? - Você tem a minha palavra, Tyson, como sempre teve - jurou Harry - Mas depois do torneio contarei a ela sobre o que você está sentindo. Somos seus amigos. Vamos lhe apoiar para o que der e vier. Tyson então lembrou a união que os amigos tinham. Lembrou-se que quando os amigos tinham problemas, ele também os ajudava. Com um enorme esforço e uma sensação de um peso imenso retirado das costas, ele concordou. Contou tudo, desde as suas suspeitas de que Chimchar corria perigo, assim como todos os Pokémons. Quando Tyson terminou de falar, Harry disse: - Tyson, não pense que será tão fácil para estas criaturas atacarem novamente o Chimchar. Agora ele está conosco, não vamos deixar que isto aconteça. Quanto aos outros Pokémons, nós vamos fazer de tudo para protegê-los, enquanto estiverem ao nosso alcance. Não vamos deixar você sozinho por causa disso, cara. Vamos lhe ajudar, custe o que custar! Tyson suspirou, aliviado por Harry não ter confirmado suas expectativas de se perturbar com as notícias. Ele falou para o outro: - Valeu, cara. Vocês dois são os melhores. Vamos juntos proteger os Pokémons, o máximo que pudermos! - É assim que se fala, cara! – disse Harry. Tyson sentiu-se novamente ele mesmo: confiante e seguro. - Agora - disse Tyson com ânimo renovado -, vamos torcer e ajudar a Marina. Ela também precisa de nós! - Vamos! - falou Harry, acenando positivamente com a cabeça. Encontraram Marina, que já se inscrevera no torneio, com Glaceon. Ela disse: - Os competidores receberão uma nota na primeira fase e os 4 melhores vão para as semifinais. Depois é derrotá-los e ganhar a fita! - Nossa, Marina! - falou Tyson - Você está bem confiante. - Graças a vocês dois, eu tenho convicção que vencerei. Mas não subestimarei meus oponentes, pode crer. Então uma voz sonsa falou atrás deles: - Inacreditável que a donzela indefesa tenha conseguido três fitas. Quem diria, hein? Mas desta vez, eu vencerei, ouviram? Você vai perder, Marina, e vai me pagar pelo torneio de Floaroma! Esse torneio me colocará no Grande Festival! Eles se viraram e deram de cara com Chris, um rapaz de 16 anos que era conhecido entre os coordenadores pela sua maneira selvagem e assustadora de lutar nos torneios. Ele já enfrentara Marina, mas perdera em uma batalha entre seu Gabite contra o Prinplup de Marina. Desde então eram rivais. Mesmo assim, Chris tinha quatro fitas e ainda não desistira de entrar no Grande Festival, mesmo depois de derrotado. Mas sua presença era insignificante para Marina; ele não era páreo para o grupo, e ela tinha uma determinação tão grande - alentada pelos seus amigos - de ganhar o torneio, que tinha certeza que ele perderia novamente. O trio simplesmente deu as costas para ele: sempre o ignoravam, pois sabia que isso o irritaria ainda mais. Quando Marina se dirigiu ao estádio, os garotos lhe desejaram boa sorte, e ela sorriu para Tyson, depois agradeceu aos amigos e entrou na sala dos competidores. Tyson ficou pregado no chão, o cérebro totalmente paralisado, mas Harry logo disse, entre risos: - Você vem comigo para as arquibancadas ou prefere que eu vá e você fique parado aqui como um tolo apaixonado? Tyson corou, mas seguiu Harry em direção às arquibancadas, pensando porque Marina conseguia lhe encantar tão facilmente com sua graciosidade e sua beleza. Então resolveu deixar de lado esse assunto por enquanto e se concentrou num outro bem mais importante: torcer por ela, e fazer tudo o que estava a seu alcance para ajudá-la a vencer. Enquanto isso, Marina já estava vestida de elfa, sua fantasia para o torneio. A única coisa de fato, que a diferenciava de uma elfa eram as orelhas arrendondadas. Chris já havia entrado e sido chamado. Deveria ter sido bem-sucedido, mas não foi, pois os coordenadores do torneio eram bem fortes, mais do que o normal. Ficou em 6º lugar. Quando chegou a vez de Marina, ela se sentiu leve e confiante, pois sabia que com seus amigos jamais falharia. Sabia também que seus Pokémons estavam em forma, saudáveis e felizes. Quando saiu, viu olhar fulminante que Chris lançou a ela: ele nunca havia sido eliminado de primeira. O fato de Chris estar furioso e não ter se classificado a animou ainda mais. Ouviu seu nome ser chamado e foi para a arena do estádio. Então exclamou: - Glaceon, encante-os com sua beleza! - e atirou a Pokébola. Glaceon apareceu em meio de estrelas, criadas pelo selo da cápsula de Pokébola, e aterrissou graciosamente. Então Marina ordenou um ataque Bolas das Sombras. Glaceon obedeceu, e a bola pairou no ar. Depois, a garota mandou o Pokémon de gelo executar o Raio de Gelo na Bola das Sombras criada. Glaceon lançou o raio congelante e atingiu a esfera negra, produzindo um brilho surreal. Por fim, Marina ordenou um Nevasca, que o Pokémon-neve-suave executou, formando um bloco de gelo pontiagudo, que refletiu o brilho da Bola das Sombras. O público ficou maravilhado, e ela sorriu mais uma vez. O público aplaudiu, e ela agradeceu. Suas notas foram bem maiores que a de seu rival. Ela voltou suavemente à sala onde ficavam os coordenadores. Entrando na sala, viu que Chris estava furioso, mas não pôde fazer nada, pois Tyson e Harry entraram para parabenizá-la pelo maravilhoso desempenho. - Legal o Nevasca do Glaceon, Marina! – disse Tyson – Você tem grandes chances de vencer com essa nota, com certeza! - Se você estivesse competindo, duvido que eu conseguisse tal feito – falou Marina, aliviada – Realmente estou feliz que não tenhamos que lutar um contra o outro. - Bobagem dos dois – disse Harry – Ambos teriam chances de vencer – sobre um olhar inquisitivo de Marina, completou convictamente– Mesmo que Tyson tenha mais experiência que você, Marina. Não há razões para temer uma batalha contra o Tyson. Marina sorriu novamente para Tyson, e ele ficou novamente petrificado, mas desta vez não foi somente com o sorriso de Marina, mas também porque era a primeira vez que os três amigos estavam conversando à vontade: a melhor oportunidade que Harry teve até agora de contar tudo à Marina. Mais para não pensar nisso, ele perguntou: - Quem vocês acham que passará para a próxima fase? Sem contar com a Marina, é claro. - Não conte com os ovos que as Chanseys ainda não possuem, Tyson – disse Harry – Mas é claro que devemos torcer para que Marina vá para as semifinais. Além do mais, a apresentação dela foi ótima... Pararam de falar. Foram anunciados os semifinalistas, e Marina estava em segundo lugar. Eles vibraram, e logo após disso ouviram uma batida forte na porta, e perceberam que Chris havia se retirado. Obviamente que não queria mais assistir à sua rival competindo. Harry, porém, achou isso estranho. Achava que ele iria torcer contra Marina até o fim, pois era o seu estilo: querer ver seus “inimigos” perderem. Era uma alegria para uma pessoa como ele exultar das derrotas dos outros. Mas não ligou. Em vez disso, eles novamente desejaram boa sorte à Marina e se dirigiram às arquibancadas. A garota se preparou e viu quem era seu adversário. Era um tal de Sanders, que estava lutando com um Masquerain. Ela o achava um ótimo coordenador, e sabia que ele tinha quatro fitas. Entretanto, o garoto parecia solitário na sala. Eles batalhariam depois, na segunda luta, mas como ele se concentrou em sua barra de chocolate e não demonstrou nenhum sinal de solidão, ela esqueceu um pouco o assunto. A outra batalha terminou com a vitória de uma garota chamada Susan e seu Yanmega. Chegara a vez de Marina e Sanders. Eles desejaram boa sorte um ao outro, e se dirigiram à arena. Eles foram recebidos com uma ovação. Perto da arena, no pé da arquibancada, estavam Harry e Tyson. Marina sorriu para eles e para a torcida. Logo após isso, a MC falou ao microfone: - Senhoras e senhores, vamos iniciar a última batalha das semifinais! Só um deles poderá ir à final! Quem será que vencerá? Eles têm cinco minutos no relógio e... comecem!!! - Glaceon, encante-os com a sua beleza! – exclamou Marina, lançando a Pokébola. - Masquerain, eu escolho você! – exclamou Sanders, atirando sua Pokébola. Os dois pokemons saíram de suas Pokébolas para o palco com os efeitos dos selos das cápsulas: Glaceon com estrelas ao redor, e Masquerain com bolhas. Marina não perdeu tempo e gritou: - Glaceon, use o Raio de Gelo! O Pokémon-neve-suave lançou o raio congelante. Para a surpresa da garota, Masquerain ficou parado e recebeu um golpe direto, e saiu da plataforma, sem condições de lutar. Marina percebeu que Sanders realmente não estava bem, e não dera ordem de evasiva de propósito. Desta vez não havia dúvida, ele estava com medo de alguma coisa. - Masquerain está fora de combate! – gritou a MC no microfone – A vencedora é Marina! Os juízes ficaram impressionados com a rapidez que a batalha terminara e parabenizaram Marina pelo seu desempenho, mas Sanders já havia feito Masquerain retornar à Pokébola e estava saindo do estádio. Passara por Marina e entrara na sala. A garota pensou rápido e gritou: - Espere! O garoto parou, o que impressionou ligeiramente Marina, mas ela retomou ao que estava pensando: - Aconteceu algo a você? – perguntou ela. Sanders não respondeu de imediato. Os dois se viraram quando mais duas pessoas entraram na sala: - O que houve? – perguntou Tyson – Algum problema? - Sim, Tyson – respondeu Marina – Há um problema. Você sabe por que o Sanders está assim? Tem alguma suspeita? Tyson e Harry se entreolharam, mas não falaram nada. O primeiro disse: - Como assim? Eu não tenho como saber porque ele está triste, ou seja lá como esteja se sentindo. Não que eu não me importe com isso – apressou-se a explicar – mas eu não sei o que ele tem. Pela primeira vez, Sanders falou, e para surpresa de todos, chorou: - Meus Pokémons foram atacados e sequestrados por umas criaturas estranhas! Só o M-m-masquerain me r-r-restou, agora! Harry estava raciocinando. Tyson e Marina disseram: - Se você quiser ajuda, conte conosco! - É muita gentileza de vocês, mas peço que não vão – falou Sanders, com uma voz mais controlada agora, porém ainda chorando – Essas criaturas estão além do limite de qualquer treinador ou treinadores, por mais fortes e unidos que eles sejam. É claro que isso ajuda, mas é preciso de um conhecimento mais vasto que o meu para derrotar os Kairyuchins. Harry se surpreendeu. Ele falou pela primeira vez: - Os Kairyuchins? Mas como isto é possível? Tyson e Marina ficaram confusos e surpresos por Harry saber o que são Kairyuchins. Então lembraram que Harry fora treinado por um mago e também cavaleiro poderoso, chamado Läfair, um dos três magos que protegiam os Pokémons lendários Uxie, Azelf e Mesprit. Marina começou: - O que são Kairyu...? - São espíritos – disse Harry – Espíritos de Pokémons que se assemelham a salamandras, mas são aladas e não cospem fogo, mas sim Energia Infernal, que ataca física e mentalmente um ser vivo. Elas foram trancadas pelo Pokémon-alfa Arceus uma vez, mas pelo visto... - Soltaram-se. Exatamente – disse Sanders – Parece que algum outro ser os soltou, mas esta é a questão. Se eu soubesse, teria como resgatar meus Pokémons, mas... – ele tremeu de medo. - Não se preocupe – disse Tyson – Estamos certos de que ainda vamos achá-los, e derrotar estas criaturas também. Não deixe que elas sejam mais fortes que você. Tenho certeza de que você não vai descansar enquanto não recuperá-los, não é? Sanders deu um sorriso lacrimoso para os três amigos, concordando e agradecendo. Então dirigiu-se à Marina: - Mesmo assim, não perca o foco de hoje, Marina. Você deve vencer este torneio! Lembre-se sempre: com esses seus amigos do seu lado, nada lhe faltará para vencer! - Obrigada, Sanders – agradeceu Marina - Vencerei este torneio, com certeza! A MC chamou Marina e a outra coordenadora, Susan. Elas foram para o estádio. Quando Marina avistou as arquibancadas, viu novamente Tyson e Harry, e sorriu para Tyson. A MC gritou: - Aqui vamos nós para a final! Quem vencerá, Susan ou Marina? Elas têm cinco minutos no relógio e...... comecem!!!!! - Glaceon, encante-os com a sua beleza! – exclamou Marina, lançando a Pokébola. - Yanmega, para a batalha! – exclamou Susan, atirando a sua Pokébola. Os dois Pokémons foram para a arena. Marina não perdeu tempo e gritou: - Glaceon, Rajada de Granizo! O golpe veloz atingiria Yanmega se Susan não tivesse ordenado um evasiva. Depois ordenou um movimento Corte Aéreo de seu Pokémon que também não atingiu Glaceon, que evadiu o ataque. Marina, pensando rápido, mandou Glaceon executar o Nevasca, que não acertou o alvo, mas o prendera no gelo. Marina ordenou um Raio de Gelo, que atingiu Yanmega em cheio e causara um enorme estrago ao oponente. Susan ordenou um ataque Vendaval Prateado de seu Yanmega, que atingiu Glaceon, mas o ataque fora revidado em dobro, com um golpe Espelho Protetor. Yanmega saiu de cena mais uma vez, mas continuou na batalha. Então Marina ordenou um golpe Cauda de Ferro do seu Pokémon, que acertou Yanmega em cheio. Susan exclamou: - Yanmega, não! – mas já era tarde demais. - Yanmega está fora de combate! – gritou a MC – Glaceon é o vencedor. A vitória vai para Marina, da cidade de Petalburg! - Conseguimos, Glaceon! – exclamou Marina, aliviada e alegre – Conseguimos! Tyson e Harry aplaudiram a amiga de pé, assim como todos nas arquibancadas. Decorrido um certo tempo, Marina recebeu a fita do torneio de Celestic, com os parabéns dos juízes e exclamou: - É isso aí! Minha quarta fita! Ela correu para os amigos e quando já estava tarde foram embora da festa. Então, Harry exclamou: - Charizard, eu escolho você! O seu Charizard surgiu, e ele permitiu que os três se organizassem e montassem nele. E quando já estavam voando para a cidade de Canalave, com parada no Lago Valor, para Harry e os outros consultarem o mestre do primeiro, Marina falou: - Sabe, Tyson, eu realmente estou impressionada com sua determinação, e tenho certeza que o seu conselho para o Sanders deveria valer para todos nós. - Como assim, Marina? – perguntou Tyson. Foi Harry quem respondeu: - Você disse para ele que não perdesse as esperanças e continuasse lutando pelos seus Pokémons e pela sua própria vida. Não esperávamos que você, depois de ter escondido tanto tempo suas suspeitas sobre os Kairyuchins, por medo das nossas reações, falasse algo dessa natureza de gente determinada para ele. - Bem, Harry – começou o garoto – acho que em parte vocês dois me fizeram acordar para o fato de que eu não estou sozinho. - E a cada vez que você aprende alguma coisa, nós aprendemos outras mil em relação a você, Tyson, e por isso gostamos ainda mais de você – concluiu Marina, dando um beijo na bochecha de Tyson logo em seguida. O garoto corou e sorriu para ela. - Trés bien, cara – disse Harry – Você está ficando cada vez mais sábio. Tyson olhou para o céu, refletindo. O que não daria para que os amigos e eles não se separassem por maior que fosse o desafio, e via que aprendendo com eles conseguia isso. Era um preço justo. Dead man walking... |
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17-11-2009, 16:04
Post: #5
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Greatest Flygon vinha te convidar a escreveres as tuas fan-fics no blog que está parceiro com este fórum, claro que continuarias a postar aqui no fórum, é só mais uma hipotese de divulgares o teu trabalho. Se estiveres interessado contacta-me.
Jogar Nintendo!! |
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06-12-2009, 15:53
(Modificado pela última vez: 06-12-2009 16:49 por Greatest Flygon.)
Post: #6
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Valeu, Fl4vio, mas eu não posso escrever periodicamente, daí a postar em um blog... mas talvez eu poste, obrigado!
Pessoal, como eu estou tendo provas agora, demorei um pouco para elaborar o capítulo. Mas eis ele aqui! Espero que gostem! Capítulo 3 - Destruição de pesadelos Voando para o Lago Valor estão Tyson, Harry e Marina, montados no Charizard de Harry. Já era à noite quando o grupo resolveu parar em Veilstone, onde partiriam a pé. O que eles queriam era ficar em um hotel até o amanhecer. Eles discutiram que, mesmo se os Kairyuchins aparecessem eles teriam uma boa vantagem em relação a eles, principalmente porque Veilstone era uma das últimas cidades que o grupo esperava encontrar problemas de segurança - a cidade era fortemente protegida contra grupos criminosos desde que a Equipe Galactic fora desmontada pela Polícia Secreta Internacional. Mesmo assim, decidiram que iriam repor as provisões e sair bem cedo de lá. Eles chegaram à estrada e, consequentemente, aos portões da cidade. Harry mandou Charizard de volta à Pokébola, agradecendo-o pelo trabalho. Tyson falou: - Depois de tanto tempo, aqui estamos nós de novo! Desta vez, de passagem, apenas! Por que não damos uma passadinha rápida no Ginásio e falamos com a Maylene? - Poderíamos, se não estivéssemos com tanta pressa - disse Harry. Tyson olhou para a grande edificação do hotel onde iriam se hospedar. Durante a viagem, descobriram que a cidade recebera vários "visitantes" que estavam com medo dos Kairyuchins. Por sorte, o grupo não encontrou um deles na estrada, mas ouviram dizer que as criaturas voltaram mais ativas. As cidades de Celestic, Veilstone, Canalave, Snowpoint e Pastoria ainda não foram atacadas, no entanto isto não significava alguma coisa. Logo eles se espalhariam, se ninguém fizesse algo. Chegando ao hotel, os três amigos falaram com o recepcionista. Marina tomou a frente: - Com licença, vocês teriam quartos para três pessoas? - Temos sim, senhorita. Quantos dias vocês pretendem ficar? - disse o recepcionista. - Só esta noite - respondeu Marina. - Seriam 30.000 Pokédólares por quarto, se desejam realmente passar uma noite. - Certamente, senhor. Nós agradecemos! - pagaram a quantia descrita e foram para o quarto alugado. Tyson suspirou, cansado da viagem. Fora muito difícil chegar até ali em um período de apenas um dia. Mas não reclamou nem um pouco. Sabia que os amigos passaram por esta mesma provação e eles não reclamaram. Além disso, ele sabia que era necessário: precisavam derrotar estas criaturas se queriam paz entre os Pokémons e os humanos. Como o quarto que eles tinham era um pouco apertado, eles armaram camas. Tyson insistiu que Marina ficasse com a cama, que logicamente era mais confortável. Enquanto ele e Marina preparavam alguma coisa para comer, Harry fora ao supermercado comprar suprimentos para o grupo. Harry chegou ao quarto e guardou os suprimentos - alguns antídotos e poções para os Pokémons, em caso de envenenamento, e outros remédios, carne, verduras, temperos e massas para alimentação própria e comida para Pokémons. Enquanto comiam o ensopado preparado, assistiam às notícias. O que viram não era bom, nem um pouco. - Mais quatro pessoas desapareceram e uma floresta foi engolida - disse a repórter - Tudo indica que as criaturas não identificadas que vêm atacando a região foram as responsáveis. A polícia diz que é apenas uma questão de tempo capturar as criaturas, e o governo decretou estado de emergência: "Pedimos à população que se mantenha alerta" diz o governador da região " Não se aproximem dessas criaturas se as virem." - Bom, agora a coisa realmente pegou fogo - comentou Harry - Estado de emergência? Então temo que nós precisamos ser mais rápidos. Além disso, se agora estamos em estado de emergência, o que eles anunciarão depois, estado de calamidade pública? Evacuação para abrigos? Os amigos entenderam o que ele queria dizer: as criaturas só haviam aparecido em público em um número reduzido. Se realmente existirem mais deles, seria dificílimo destruir as criaturas. Marina quebrou o silêncio, depois de um certo tempo: - De qualquer maneira, devemos ser bem mais rápidos se quisermos deter as criaturas. É melhor começarmos agora, enquanto elas estão em número reduzido, não acham? Harry sacudiu a cabeça negativamente. - Ainda não. Não conhecemos nossos inimigos o suficiente. Seríamos derrotados sem saber seus pontos fracos. - O que você conhece deles, Harry? – perguntou Tyson. - Apenas o que são, sua origem, seus poderes e suas formas. Nada mais. Não sei como derrotá-los. Por isso é que estamos indo visitar meu mestre. Talvez ele saiba de algo. Tyson deu um suspiro resignado. Harry, percebendo a frustração do amigo, acrescentou: - Não se preocupe, Tyson. Conheço o suficiente sobre eles para saber uma coisa: podemos despistá-los correndo. Os Kairyuchins não usam seus poderes apenas para atacar e matar outros seres. Eles destroem o que veem pela frente para impedir a fuga de seu alvo. - Mas se eles fizerem o mesmo conosco? E se nos encurralarem? – indagou Marina. - É, também quero saber – falou Tyson – Se nós podemos nos afastar deles apenas correndo, como é que as outras pessoas não o fizeram. Harry deu um sorriso selvagem para eles. - É aí que entra o que temos e os outros não têm: velocidade. Podemos correr tão rápido quanto um Rapidash. Isto é, se estivermos todos juntos, acho que consigo levá-los para o Lago Valor correndo. Tyson e Marina sorriram: entenderam o que Harry quis dizer. Os dois primeiros quase se esqueceram que Harry era bem mais forte e veloz do que um humano normal, devido ao seu treinamento. Era verdade que era uma boa distância dali até o Lago Valor, mas Harry já percorrera caminhos muito maiores correndo, e sempre os terminava com quase nenhum sinal de fadiga. Mas daí veio uma dúvida na mente de Tyson: - Certo, você pode cruzar uma distância destas, correndo, sem problemas, Harry, mas e nós, o que faremos? Você quer que nós três fiquemos literalmente juntos? - Isso – completou Harry. - Mas e quanto sua energia para correr? Sozinho você não teria grandes problemas para chegar lá, mas conosco você será atrasado. - Eu confio em minha força – disse Harry com firmeza. Tyson estava com receio quanto a isso, mas Marina apertou firmemente sua mão, e ele se conteve. Teriam que confiar em Harry. Não seria inteligente saírem dali voando novamente, não com tantas pessoas na cidade. Eles terminaram de jantar e, desejando boa noite para os amigos e vice-versa, caíram no sono. Momentos depois de ter se deitado, Tyson acordou assustado. Harry estava dormindo, mas Marina estava na varanda do quarto. Ela contemplava a cidade quando Tyson acordou. O garoto se aproximou dela. - Por que você não está dormindo, Marina? – perguntou ele. A garota olhou para ele e disse: - Não sei o que me levou a pensar nisso, mas esta ideia na minha cabeça não me deixou dormir. - E o que você estava pensando? – perguntou Tyson. Marina virou-se para ele, olhando como se o avaliasse. Depois perguntou a ele: - E se estas criaturas atacarem nossas famílias, o que faremos? Não podemos nos desviar do que estamos fazendo: os Kairyuchins devem ser derrotados, mas e se nós formos derrotados, o que acontecerá? Tyson olhou para a amiga, e viu que ela estava triste, e que pusera em prática o que ele próprio a aconselhara fazer numa hora dessas: “Pense no ambiente mais tranquilo que você possa imaginar – seu próprio paraíso. Depois respire fundo, pois o ar que você passará a respirar será o mais puro.” O garoto queria confortá-la, pois era muito ruim ver a amiga triste: ela era que mais dava alegria e energia a ele mesmo. De um certo modo, gostava muito da amiga – afinal se conheciam há muito tempo, e era a primeira garota que ele havia tido uma amizade de verdade. Sempre haviam vivido como irmão e irmã em Petalburg. Quando pensou direito sobre o que ela relatou, entendeu rapidamente: a confiança do grupo só aumentaria quando derrotassem um ou vários Kairyuchins, ou quando soubessem de uma maneira de destruí-los. Mais para não vê-la triste do que por outra coisa, ele ficara ali mesmo, junto com ela, confortando-a, mostrando a força de sua amizade; não deixou que em nenhum momento a mente dela vagasse em pesadelos ou coisas do gênero. Ela sorriu e o abraçou, e assim ficou até adormecer. Ele se sentou numa cadeira, repousando a amiga no seu ombro: queria passar segurança para ela, mesmo enquanto ela estivesse dormindo. Harry entrou na varanda e sussurrou para o amigo: - Este medo deve ser derrotado por nós se quisermos sobreviver. Seremos tão fortes quando unidos e tão fracos quando desunidos. Você está fazendo o certo, cara, conversar com ela foi uma boa maneira de fazê-la dormir. Ela estava muito inquieta durante o sono. Além do mais, ela precisa preservar energia, pois amanhã iremos correndo. Tyson percebeu o que Harry dizia: a presença das criaturas podia causar os piores pensamentos e pesadelos. Muito fortes eram aqueles que defendiam e passavam segurança para os outros, pois unia uma força que supera qualquer medo. Vocês nunca estarão sozinhos, Harry e Marina. Não enquanto eu viver, pensou Tyson. Então ele sentiu a presença de duas mentes muito familiares para ele – duas mentes que ele conhecia muito bem. Nós também nunca lhe deixaremos, Tyson, pensaram Harry e Marina em uníssono. Tyson liberou Chimchar da Pokébola. O Pokémon macaco-de-fogo subiu no colo do treinador e participou da vigília noturna do grupo, demonstrando firmeza. Dead man walking... |
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24-01-2010, 22:57
Post: #7
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Até agora, estou simplesmente a adorar a história! Continua com este excelente trabalho!
Inscrevam-se em http://www.pikaforumpt.createbb.com! |
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27-01-2010, 14:35
(Modificado pela última vez: 27-01-2010 14:35 por Greatest Flygon.)
Post: #8
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RE: Chapters of "The Pokemon's War" - Fan-fic original
Pessoal, desculpem-me a demora pelo novo episódio, mas eu estava inativo no fórum, já que eu não estou tendo as mesmas chances de dar uma passada por aqui. Mas, enfim, eis aqui o quarto episódio!
Capítulo 4 - A verdadeira dor da guerra O sol ia se pondo quando Tyson, Harry e Marina estavam nas proximidades do Lago Valor. Então, sentiram alguma coisa anormal por ali. Um pouco mais atrás, vinham o Lucario de Harry e o Gligar de Tyson. Os dois também perceberam e se comunicar por telepatia com seus treinadores. Harry, disse Lucario, você quer descansar, ou prefere que nós o alimentemos com nossas próprias forças? Tyson e Marina dependem de sua força e de sua saúde para continuar. No entanto... Se formos atacados, não será livre de riscos, da mesma forma, completou Harry. Obrigado, mas prefiro que vocês poupem energia para que continuem acompanhando meu ritmo. Tyson, por sua vez, teve uma ideia e a passou para Gligar. O Pokémon escorpião-voador aprovou a solução do treinador. Logo, o garoto falou: - Você também precisa poupar energia, Harry. Mas eu e Marina não precisamos de poupar nada. - Exatamente - disse Marina, sorrindo por causa da simplicidade da ideia do amigo - por isso você poderia pegar um pouco da nossa energia. Harry ponderou por um instante, mas acabou concondando. Então, ele sentiu Tyson e Marina derramando energia nele, mantendo o esforço dele de correr. Tyson agradeceu ao fato que Läfair ensinasse a Harry tudo - ou quase tudo - o que sabia a respeito dos seres no mundo, a estrutura do meio ambiente - principalmente sobre respeito aos Pokémons e como ser amigos deles - e sobre as artes da magia, da mente e do manejo das armas. Foi com Harry que Tyson e Marina aprenderam a relacionar tão bem com os Pokémons. Os Pokémons de Harry - Charizard, Lucario, Snorunt, Electabuzz e Grovyle - têm uma afinidade tão grande com treinador que pareciam um só quando lutavam. Era desse jeito que Tyson e Marina treinavam seus Pokémons, também. O distúrbio que eles pressentiram se intensificou. Então, Marina gritou: - Harry, pare! Tem alguém precisando de ajuda! Harry - e por tabela, Tyson - Lucario e Gligar pararam: era verdade. Eles ouviam um som desesperado e pesaroso: um choro alto que vinha da floresta circundante ao Lago Valor, ou próximo dela. A floresta impedia uma visão melhor de onde vinha aquilo. Harry murmurou um encantamento; a corrente mágica que prendia Tyson e Marina a ele se desfez. Marina apontou: - Olhem! Uma luz negra se destacou em contraste com o sol poente. - Vamos checar a área - disse Harry - Tyson, Marina... - Certo - disseram os dois, e em seguida Tyson exclamou: - Leafeon, vamos lá! - Grovyle, eu escolho você! - exclamou Harry. - Prinplup, vamos! - exclamou Marina. Os três Pokémons saíram de suas Pokébolas e acompanharam seus treinadores até o local de onde veio a luz negra. Quando chegaram lá, Leafeon, Grovyle e Prinplup se retesaram, Harry praguejou, Marina prendeu a respiração e Tyson falou: - Ah, meu Deus! A área estava praticamente destruída, embora a floresta em si permanecesse intacta. Só o que restava era um Girafarig e um outro Pokémon, que era a fonte do choro ouvido. O Pokémon pescoço-longo estava com a cabeça curvada para o outro Pokémon. Quando os amigos – humanos e Pokémons – chegaram mais perto, viram que o Pokémon que chorava era um Chikorita. O estado do Pokémon folha relembrou a Tyson o momento que ele encontrara Chimchar. Marina se aproximou do Chikorita, mas o Girafarig a impediu. Então, Harry falou em élfico: - Pokémon, dathrïa uní mellïum no finiünren. O Pokémon pescoço-longo piscou e baixou a cabeça, permitindo que Harry e Marina acariciassem sua cabeça. Tyson e Leafeon, porém, foram até o Chikorita que chorava. Vendo o sol poente, Tyson teve uma ideia Ele se virou para Leafeon: - Leafeon, você pode usar o Síntese nessas condições? O Pokémon clorofila olhou para o sol e baixou a cabeça, miando de frustração e infelicidade. Era o que Tyson temia. Seu Leafeon estava treinando aquele movimento há meses, mas só conseguia realizá-lo em circunstâncias especiais: somente com o auxílio do sol da manhã. Mesmo assim, o treinador não desanimou. Estendeu sua mente à do seu Leafeon e disse mentalmente: Você é forte, Leafeon, e tenho certeza de que você conseguiria . Por que você não confia em si mesmo? Leafeon olhou nos olhos do seu treinador. Você acha mesmo que consigo? Claro. Afinal, eu sou seu amigo e treinador. Conheço você, e sei que consegue. Agora erga a cabeça, e mostre que você é capaz de vencer limites! O Pokémon clorofila então assentiu com vigor para o treinador, que exclamou: - OK, Leafeon, use o Síntese e compartilhe sua energia com o Chikorita! Leafeon então olhou para o céu e se concentrou. Harry e Marina se ajoelharam ao lado do pequeno Pokémon folha. A garota aninhou o Chikorita nos braços e o Pokémon folha olhou para ela, soluçando. Então, uma onda de energia gigantesca começou a zunir em Leafeon. O Pokémon clorofila derramou essa energia no Chikorita, que parou de tremer. O rosto riscado de lágrimas do pequeno Pokémon de planta se virou para Leafeon e emitiu um som de felicidade, como se agradecesse pela ajuda. Leafeon inclinou ligeiramente a cabeça, feliz. Tyson se dirigiu ao seu Pokémon: - Não falei? Você é o cara! Tyson e Marina perceberam que Harry havia se levantado e o seguiram. Lucario e Gligar estavam olhando para o solo, petrificados. Quando os amigos contemplaram a cena, ficaram horrorizados. O solo, que eles pensavam que fora queimado, estava intacto em outros pontos fora da floresta. Um desses pontos mostrava uma pegada de um metro projetada no solo. O que os amigos pensavam que era a terra queimada era, na verdade... - Cadáveres! – gritou Tyson. Uma área de quinhentos metros quadrados estava coalhada por cadáveres acinzentados de Pokémons, petrificados e esmagados. Harry se encaminhou para a pegada e examinou-a. O Chikorita emitiu um som de infelicidade, olhando para os cadáveres – uma paisagem devastada. Marina se agachou (ela havia deixado o Chikorita no chão depois que Leafeon o curou) e acariciou sua cabeça. - Sentimos muito – disse ela. Harry praguejou novamente, ainda examinando a pegada. - O que foi?! – exclamaram Tyson e Marina em uníssono. - Corram! – gritou Harry – Ainda há Kairyuchins por aqui! Ele desembainhou uma espada azul iridescente e se juntou aos amigos, que juntamente com os Pokémons que ali estavam já se dirigiam à floresta a toda velocidade. Mas foram lentos demais. Um Kairyuchin barrou a passagem deles. A criatura parecia uma salamandra alada com um couro negro. Uma aura pútrida emanava dela. As garras amarelas e afiadas, as presas pontiagudas e de uma cor roxa e pútrida, o monstro abriu a bocarra e dela saiu uma bola de energia negra. Harry ergueu a mão direita e bradou: - Ka’minaí halthri! Uma rajada de relâmpagos brancos saiu da palma de sua mão e foi descarregada em direção à bola de energia negra. As duas forças colidiram no ar e se dissiparam na floresta do lago. O que será que acontecerá com os três amigos e com seus Pokémons? Será que vingarão a morte dos inúmeros Pokémons? Ou se juntarão às almas deles? To be continued Traduções da língua élfica • Ka’minaí halthri! – Relâmpagos brancos! • Pokémon, dathrïa uni mellïum no finiünren – Pokémon, somos amigos e treinadores Dead man walking... |
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![[Imagem: Empoleon_mass_by_tenyearwarranty.jpg]](http://th08.deviantart.net/fs18/300W/f/2007/151/2/a/Empoleon_mass_by_tenyearwarranty.jpg)
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